Ah, cadê o brinquinho?  Vai parecer um menino desse jeito!
Já tem namoradinho na escola? Senta direito, arruma o cabelo, encolhe a barriga, você já é uma mocinha. Nossa, vai sair assim sem nem passar um batonzinho? Ainda não beijou? Precisa se cuidar para arrumar um namorado.Nem um peguete? Vai sair com essa roupa?Não vai casar não? Já tá na hora de ter filhos. Ele tá precisando de um irmãozinho, senão vai ser muito mimado. Marido não quer mulher que não se cuida, você precisa se arrumar. Não é a toa que vai morrer solteira.

Ah, quer saber?  ME DEIXA SER DONA DE MIM.

Gente, não é a toa que dizem que o mundo tá chato.É que a gente percebeu que não precisa aguentar algumas coisas. A menina ainda não sabe, mas ser mulher já indica muitas coisas.  As brincadeiras de casinha, a cor do seu quarto.Seus maiores medos, seu provável teto salarial.O que vai ouvir sobre sua saia na rua, o que vai ouvir sobre sua saia em casa.

Ser mulher indica muitas coisas porque vivemos em uma cultura que tem expectativas diferentes em relação a mulheres e homens. Expectativas que aprisionam tanto mulheres e homens em papéis restritos demais para toda sua complexidade. Quem experimenta algo diferente disso, vive dando explicações (e enfrentando julgamentos). Sendo um problema cultural, mais que nos perdermos em ideias buscando um culpado, é fundamental assumirmos responsabilidade: são pequenas atitudes repetidas por todos os lugares, a todo tempo que criam essa realidade que limita, traumatiza e mata mulheres, por todo o mundo. Nossas atitudes.

Afinal, se nossas atitudes que mantém viva essa cultura da diferença, não poderíamos também, com nossas atitudes, criar algo diferente?
"Ouvir no trabalho que eu sou uma puta profissional porquê "penso como homem"... Ahhhh meu, vai chupar um prego!"

Você já viveu episódios na sua vida em que você se sentiu muito dona de si mesma? Aquele momento em que ninguém tinha mais voz que você em um assunto que era seu, que você saiu por cima de alguma situação discriminatória, machista, vexatória, etc. Ao compartilhar essa história, você pode encorajar e fortalecer outras mulheres. Este é o chamado!

Escolha um momento em que você foi muito Dona De Si.
Grave um vídeo de até 1 minuto, filmado com celular (pode ser câmera de selfie), de preferência à luz natural pra imagem ficar mais legal compartilhando essa história.
Publique no seu perfil pessoal (Facebook, Insta ou outra rede que você utiliza), use a #DonadeMim,  marque suas amigas que tenham uma história legal para compartilhar em que elas se mostraram Donas de Si.


Amanda Alves

Mag

Lellinha

O objetivo é que todo esse material sirva de ferramenta para encorajar mais e mais mulheres nos seus desafios. Acreditamos ser importante mostrar a cara, somos muitas, senão todas e não queremos mais ficar tratando de estatísticas.
Força, mulher! Estamos juntas!

5 DICAS PARA PARTICIPAR:

Assista aos outros vídeos.

Ah, é difícil começar! Então um caminho é se inspirar com outras mulheres que já mandaram seus vídeos.

Não precisa ter pressa.

A gente sabe que não é nada fácil escolher um momento desses. Então não se preocupe se não conseguir pensar em algo rápido. Comece com uma lista de situações que uma hora você saberá uma situação legal para compartilhar.

Grave várias vezes.

Você já escolheu a sua história para inspirar outras mulheres. Agora ainda tem que gravar o vídeo. Força! Pode gravar várias vezes até ficar mais a vontade e então escolher a versão que você gostou mais e está mais confortável.

Precisa de uma ajudinha?

Não conseguiu pensar em nada? Temos certeza que pessoas próximas a você conseguem enxergar momentos incríveis seus. Depois de conversar, algumas coisas ficarão mais claras pra você.

Mande mesmo na dúvida.

Uma situação que você acha que não tem nada de mais pode ser super inspiradora e poderosa para outra mulher que está passando pela mesma coisa. Então não deixe de gravar e mandar, mesmo na dúvida. Cada passo é importante :)

Toda mulher sabe da dor e da delícia de ser o que é. Aprendemos que por nascer menina, teremos oportunidades diferentes. Sabemos também o quão resistente somos, o tanto de coisa que a gente aguenta. Conversar com outra mulher sobre o que é ser mulher, além de ser um espaço de acolhimento e fortalecimento, é um espaço de cura, uma vez que a minha dor é de alguma forma sua também e vice-versa.

Que tal fazermos isso de maneira intencional e bem cuidada?
Conheça essas 3 ideias para você começar:

  • #1: Reúna as amigas para o encontro que vocês curtem fazer, pode ser um piquenique, skate na praça ou uma cervejinha no boteco, por exemplo, e no encontro proponha rodadas de conversas sobre temas do universo feminino. Usem suas próprias histórias como ponto de partida. Se ainda estiver difícil de começar, escolha um dos depoimentos do #desafiodonademim e conversem sobre: vocês já passaram por situações assim? Quando também se sentiram desse jeito? O que pode ser feito para que essas coisas não voltem a acontecer?
  • #2: Proponha uma sessão "cinema em casa" e escolha um filme que tenha questões femininas como centro da narrativa e debata com suas amigas ao final. Se tiverem disponibilidade de tempo, considere uma mostra, com dois ou três filmes de diferentes temáticas, alternados com comidinhas e bate-papo. Reunimos algumas sugestões legais aqui!
  • #3: Reúna histórias e exemplos de mulheres incríveis - da história e contemporâneas - e organize uma exposição, um varal, e convide outras mulheres para ver e se inspirar. As histórias podem, inclusive, ser de algumas das mulheres convidadas para elas verem suas lutas reconhecidas por alguém.
 Dicas para tornar melhor os encontros:
Antes de começar, reforce a todas que aquele será um espaço de confiança, onde o que for compartilhado será preservado pelo grupo.
Não pressione ninguém a falar. Se for o caso, comece você a contar algo seu, pessoal, e depois pergunte se alguma quer contribuir. Outro jeito bom de começar é fazendo perguntas.
Esteja preparada para acolher o que vier, sem julgamentos e com amor. Prepare uns lencinhos de papel, água e deixe-os ao alcance das mãos.
Comidinhas e bebidinhas sempre melhoram os encontros! Todos podem colaborar com guloseimas, um vinho, uns pãezinhos e tornar o ambiente mais aconchegante.
"Mulher tem que lavar louça ho ho ho ho" e cutuca o amigo do lado pra ver o que eu vou falar. Que preguiça de viver!"

sobre a realidade das mulheres no Brasil

VOCÊ PODE BAIXAR ESTES LAMBES PARA ESPALHAR
POR AÍ E AJUDAR NA CONCIENTIZAÇÃO DESTE TEMA.

"Filho da puta para mim é péssimo. O cara é um babaca e a culpa é da mulher (no caso a mãe dele)"

Por que quando queremos xingar algum sujeito, ofendemos as mulheres presentes em sua vida (exemplo: filho da puta)? Ou senão ofendemos algum homossexual (exemplo: viado)? Quando se chama um sujeito de “mulherzinha”, “viado”, “florzinha”, coloca-se a mulher e o LGBT em um plano inferior. Chega, né? 

Se a gente quer xingar alguém, nada mais justo do que ofender somente a ele e mais ninguém, certo? Como isso não é muito fácil, a gente fez uma pesquisa por aqui pra dar uma mãozinha na hora de xingar o coleguinha.

Partiu substituir o “filho da puta” pelo “escroto” e deixar de ofender mais uma mulher?
Aqui você acessa o do Glossário Colaborativo #XingaCerto. Contribua com novas referências!
E já que estamos aqui, olha que curioso:
Percebemos também que, quando se trata de xingar mulheres, os xingamentos mais utilizados ofendem o excesso de sexualidade (“puta”, “vadia”, “biscate”...). Já o homem é xingado pela ausência de sexualidade (“broxa”, “pau mole”, “virjão”...), ou seja, uma conta que não fecha. Se o entendimento social considerar ruim uma mulher que transa demais e ruim um homem que transa de menos ou que transa com outros homens, no final, ninguém vai transar. E não viemos ao mundo pra isso.
"Gerar e colocar vida no mundo traz um poder absurdo para a mulher. E o sistema patriarcal sabe disso."

Brincadeira de criança não é brincadeira de arrumar namorado!

"Moça bonita de luta e de ginga
O que, você, quer realizar?
Ser livre, guerreira, selvagem, mulher
Escola, trabalho, ser mãe, mulher
Dançar, amar, casar, mulher
Quantos sonhos você quer realizar?"
"Na campanha #belarecatadaedolar  vários homens começaram a postar fotos em apoio e foram acusados de quererem retirar o protagonismo das mulheres. É claro que, no ativismo, a minoria que esta lutando por algo sempre tem q ser a protagonista, mas vejo essa palavra sendo usada como forma de excluir opiniões alheias..."

Violência Doméstica:

A Lei Maria da Penha define que considera por violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico. Além de dano moral ou patrimonial. A lei é válida para mulheres que tenham algum grau de parentesco, relações íntimas de afeto ou que vivam na mesma casa  que o agressor.
Essas relações independem de orientação sexual, o que inclui também as mulheres em relacionamentos homoafetivos e mulheres trans.

ESTUPRO:

segundo o Código Penal (art. 213), estupro não é apenas a penetração [vaginal ou anal], mas qualquer ato com teor sexual - como o sexo oral, o beijo, a masturbação ou o toque de partes íntimas.
Para haver estupro, basta não ter consentimento para o ato sexual, ainda que não tenha tido violência ou grave ameaça.
Existe ainda o chamado estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal), que é a prática de qualquer ato libidinoso com menor de 14 anos, ainda que tenha havido consentimento. Portanto, qualquer relação sexual com menor de 14 anos será sempre estupro.
Também é estupro de vulnerável a prática de ato libidinoso com pessoa maior de 14 anos, que por doença ou deficiência mental, não tem discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa não possa oferecer resistência. Por exemplo, quando ela se paralisa por medo e não consegue reagir, quando está alcoolizada, drogada, dormindo, etc.

Para quaisquer dúvidas sobre como proceder, a mulher ou qualquer pessoa que saiba da
violência doméstica deve ligar para o 180 e buscar orientações. Não entendeu? A Elza explica!

10 motivos que levam as mulheres a não irem a delegacias:

#1

Vergonha. É muito comum que a mulher se culpabilize pela violência sofrida (seja doméstica, seja sexual), e por isso tenha vergonha de relatar o ocorrido, pois teme que será julgada negativamente. Teme o julgamento da família, dos amigos, no ambiente de trabalho. Por isso, muitas vezes prefere guardar para si o ocorrido, até entender que não foi sua culpa;

#2

Medo. Normalmente, o agressor é pessoa próxima, de seu convívio (seja familiar, seja do círculo de amizades ou do trabalho). A mulher teme pela sua segurança caso venha a denunciar o agressor. Teme que ele possa querer se vingar, que se torne ainda mais violento. Ameaças são frequentes.

#3

Descrédito na Justiça e sensação de impunidade. A mulher não acredita que sua denúncia será levada a sério. É frequente que o relato da vítima seja desacreditado e que ela seja questionada sobre aspectos íntimos e constrangedores da sua vida (por que não larga o agressor? Gosta de apanhar?) Se for um crime sexual, como estupro, a situação é ainda pior (Você estava bêbada? Que fazia na rua sozinha? Quem mandou usar roupas provocantes?). Além da humilhação que as mulheres passam nas delegacias, há ainda a sensação de que nada será feito contra seu agressor e que ele permanecerá impune pelos crimes cometidos, levando-as a acreditar que não vale a pena passar por tudo isso.

#4

Trauma emocional. Denunciar o agressor é reviver aquela história. A mulher que decide registrar uma ocorrência de uma agressão sofrida, terá de contar sua história várias e várias vezes (pro policial, pro escrivão, pro delegado, pro promotor, pro juiz, etc) revivendo aquele trauma. Essa situação é especialmente delicada quando a violência sofrida foi um estupro. Algumas mulheres preferem tentar esquecer o que viveram e seguir com a vida do que buscar justiça e conviver com essa história por mais alguns anos.

#5

Dependência financeira. Mais uma vez, como o agressor costuma ser pessoa do convívio íntimo da mulher (marido, pai), há muitas vezes uma relação de dependência econômica desta mulher para com seu agressor. Especialmente se considerarmos a existência de filhos em comum e da mulher que não trabalha para cuidar desses filhos.

#6

Afeto pelo agressor. Quando falamos de violência doméstica, o agressor é na maioria das vezes o companheiro daquela mulher. Ela tem uma relação amorosa com ele e, por mais que queira encerrar o ciclo da violência, não quer que ele vá preso, não quer prejudicá-lo. Quer apenas terminar a relação. Por isso, a mulher teme que se denunciar o agressor, ela estará “arruinando” a vida dele, se culpabilizando mais uma vez pela agressão.

#7

Esperança de mudança do comportamento agressivo. Este item se relaciona com o de cima. A mulher tem esperança de que aquela agressão foi pontual e que seu companheiro irá mudar. Por isso resolve dar novas chances à relação.

#8

Falta de conhecimento sobre seus direitos. Muitas mulheres, especialmente aquelas que não tiveram muitas oportunidades de educação, desconhecem seus direitos. Não sabem que existe uma lei que as protege e que elas podem denunciar seus agressores. Para piorar, muitas mulheres não possuem condições de acesso à Justiça, não podendo pagar por um advogado que as oriente sobre seus direitos, e tampouco sabem da existência da Defensoria Pública (em algumas cidades, sequer existe DP)

#9

Isolamento e solidão. Muitas mulheres que estão em um relacionamento abusivo acabam sendo afastadas de seus parentes e amigos, restando apenas a companhia do agressor. Muitas delas sentem medo de ficarem sozinhas, desamparadas e preferem permanecer naquela relação e não denunciar as agressões sofridas.

#10

Proteção dos filhos. Quando o agressor é pai dos filhos daquela mulher, ela teme que possa causar sofrimento a eles, caso venha a denunciá-lo. É comum que o homem ameace tirar a guarda da mulher ou deixar de pagar a pensão dos filhos. Ela também teme que eles possam ser agredidos fisicamente em um acesso de raiva. Quer evitar brigas e situações desgastantes na frente dos filhos.

Principais motivos que levam as mulheres à delegacia

Muitos dos principais motivos que levam mulheres à delegacia são, paradoxalmente, os mesmos que as levam a não ir.
Tudo depende da situação concreta, do histórico de vida dessa mulher, de seu grau de conhecimento acerca de seus direitos,
da relação que tem com o agressor, etc.
#1

Justiça. A mulher conhece seus direitos e quer que seu agressor seja punido.

#2

Medo. A mulher tem medo que se não denunciar, algo pior poderá acontecer. Geralmente chega neste ponto quando as agressões físicas estão intensas e há ameaça de morte.

#3

Empoderamento. A mulher sabe que a culpa não é dela, por isso não sente vergonha do que aconteceu. Sabe que quem deve se envergonhar e ser culpado é o agressor.

#4

Independência financeira. A mulher que não depende economicamente do marido, ou que sabe que ao se separar terá direito à pensão, tem mais forças para romper aquela relação e denunciar as agressões.

#5

Ausência de relação com o agressor. É mais comum mulheres denunciarem agressores quando eles são estranhos, pessoas alheias a seu círculo familiar ou de amizades. Os chamados “estupros de beco”, que representam a minoria dos casos, são os que mais são denunciados.

#6

Amparo. Quando uma mulher tem apoio e incentivo da família e dos amigos, ela se sente mais encorajada para ir a uma delegacia e denunciar. Se tiver também amparo legal de um advogado, aumenta essa coragem.

#7

Esgotamento. A mulher não consegue sair do relacionamento agressivo se não denunciar o companheiro na delegacia. Mesmo após tentativas de rompimento mal sucedidas, esta é a única solução para acabar com o ciclo da violência vivido. Alguns agressores só param de perseguir suas ex companheiras quando recebem uma ordem judicial.

#8

Proteção dos filhos. Além de temerem pela sua própria integridade física e psicológica, mulheres temem também por seus filhos. Não querem que eles cresçam em um ambiente de violência.

"Essa associação de coisas fracas e fáceis com as mulheres não tem o menor sentido."

Não é fácil desconstruir o machismo, é uma questão pra vida toda, somos eternos machistas em desconstrução. Temos que reconhecer a presença feminina nos espaços públicos, entender o que elas podem nos oferecer e nos colocarmos numa posição diferente de ser apenas pênis e dinheiro. “

"Num aguento mais: ter que explicar sempre tim tim por tim tim porque fiu fiu é assédio, não é paquera. Só faz confusão quem não está nem aí pra mulher se sentir segura"

 "A ideia de liberdade é muito pessoal. A liberdade significa coisas diferentes pra cada uma de nós e que bom que isso acontece! Nesse bloco, decidimos falar sobre a liberdade que nos permite mostrar nosso corpo cheio de marcas e cicatrizes, aquela que nos permite falar abertamente sobre sexo e tesão. A liberdade de escolhermos o que fazer com a nossa identidade, aquela que nos fortalece para nos amarmos acima de tudo. A liberdade que conquistamos pra nos sentirmos fodas e maravilhosas assim, desse jeitinho que somos mesmo!" 

MULHER TRANS, NEGRA E PERIFÉRICA.

Rosa Luz é uma artista multimídia do Distrito Federal. Ela é criadora do Barraco da Rosa, um espaço onde ela compartilha poesias, performances e opiniões a partir de suas vivências de mulher trans, negra e periférica. Neste vídeo, ela fala um pouco sobre a liberdade se revela pra ela.

Mag Magrela, artista plástica

"Eu escolhi pintar porque sou muito livre. Já trabalhei com outras coisas na vida e todas elas me oprimiam. Pintar me permite criar, respeitar meu tempo e a mim mesma.O que eu faço são auto-retratos. Isso veio junto com a maturidade do meu ser. Com o passar do tempo, fui me aproximando mais do meu feminino e meu trabalho ficou voltado pra isso. Se eu fosse homem, não faria as coisas que faço porque eu crio a partir das coisas que vivencio, eu pinto o que sou. "

Eu sou Dona de Mim // Eu sou Livre // Eu sou Maravilhosa // Eu sou Capaz // Eu sou Completa // Eu sou Corajosa
// Eu sou Foda // Eu sou Incrível // Eu sou Independente
// Eu sou Inteligente // Eu sou Linda // Eu sou Luta
// Eu sou Minha // Eu sou Resiliência // Eu sou Resistência // Eu sou uma Sobrevivente // Eu sou Forte.

O EP "129129" é o primeiro da rapper Lay, que é de Osasco, região metropolitana de São Paulo. Nas letras, ela dá recados diretos e objetivos contra o machismo e fala com muita liberdade sobre sexo. As 7 músicas do EP expressam muita segurança, força e autonomia e manda várias mensagens encorajadores para as mulheres.

"O amor é todo meu sem ninguém por trás, mas a conquista é nossa, por isso satisfaz." BUSCA - Lay
"Me dá uma preguiça de explicar esse tipo de coisa (questão do fiu fiu)... porque quem pergunta não está interessado saber a resposta... quer apenas que sua opinião prepondere."

Lembre-se que as decisões sobre seu corpo são suas e de mais ninguém. Você é quem escolhe o quanto deseja se expor, para quem, quando, e como. E é autêntica em sua decisão :) Não se esqueça de deixar claro suas regras sobre o que pode ser feito com o conteúdo enviado por você. E para mostrar quem manda e tem o direito de enviar o que tiver vontade sem ter dor de cabeça depois, é bom saber conhecer dicas de nudes compartilhados de forma mais segura e como agir caso sua intimidade seja violada Saca só:

A ONG SaferNet oferece para vítimas de vazamento de fotos intimas auxílio psicológico e orientação para encaminhar a denúncia de forma sigilosa. Veja como funciona aqui.

Você pode continuar se aprofunda no tema conferindo e colaborando com mais conteúdos neste link :)

Tudo isso só é possível porque, antes de nós, mulheres corajosas fizeram perguntas e não se calaram. Criaram comunidades, foram para as ruas, não recuaram. Conquistaram direitos que hoje parecem dados, mas que foram conquistados às custas de "ser chata". De ser feminista. Você pode se identificar como feminista ou não, mas vale conhecer um pouco mais a história e ideias do movimento :)

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